A Farm, marca de moda que emergiu como entidade independente após a separação entre Arezzo&Co e Soma, encontra-se agora diante de um momento raro: o mercado de private equity é convidado a precificar não apenas um negócio, mas uma identidade. Até o fim de setembro, fundos têm prazo para apresentar propostas por uma empresa cujo valor real permanece inseparável de seus criadores — Kátia Barros e Marcello Bastos. O que parece uma transação financeira revela, em seu núcleo, uma pergunta mais antiga: quanto vale uma alma criativa quando colocada à venda?