No coração de uma das mais respeitadas instituições jurídicas do Brasil, o presidente do STF, Edson Fachin, enfrenta um dilema que transcende o caso individual: até onde a transparência pode coexistir com a serenidade deliberativa? O julgamento marcado para 15 de setembro, que analisará um pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, expõe uma tensão antiga entre o escrutínio público e a integridade do processo interno. A escolha entre abrir ou fechar as portas da corte revela, em miniatura, a pergunta que toda democracia faz a si mesma: a justiça se fortalece quando é vista,