No coração das instituições brasileiras, uma disputa silenciosa sobre autoridade e vigilância ganha contornos formais: o ministro Edson Fachin concedeu três dias para que a AGU esclareça o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, decidido pelo ministro da Justiça Ricardo Mendonça. O episódio revela a tensão estrutural entre Executivo e Judiciário sobre quem, afinal, detém o controle legítimo das forças de segurança do Estado. Mais do que uma querela administrativa, o caso coloca em xeque os limites do poder ministerial e a independência das instituições diante de acus