No coração do Supremo Tribunal Federal, uma crise silenciosa ganhou voz: o ministro Fachin considera assumir a relatoria dos casos Master e INSS, atualmente com Mendonça, cujas ações — incluindo o planejamento do afastamento do chefe da Polícia Federal — provocaram reações profundas entre seus pares. O relatório divulgado por Moraes funcionou como catalisador, tornando inevitável alguma resposta institucional. O episódio não é apenas uma disputa de competências, mas um espelho das fraturas que se acumulam quando o poder opera sem vigilância suficiente.