Em um momento raro na história do Supremo Tribunal Federal, o presidente Luiz Edson Fachin assumiu a condução de investigações que tocam dois de seus próprios pares — Alexandre de Moraes e André Mendonça —, colocando a corte diante de um espelho incômodo sobre seus próprios limites e responsabilidades. O caso nasceu de mensagens trocadas entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, mas cresceu até envolver contratos milionários, relatórios de inteligência, afastamentos e reintegrações em cascata. Fachin, ao centralizar os conflitos sob sua relatoria, tenta restaurar a ordem institucional antes q