Quando um único componente representa até 60% do custo de um produto, sua escassez não é apenas um problema industrial — é uma ruptura social. Os chips de memória, nervos silenciosos de celulares e laptops, estão em falta em escala global, e a previsão é de que o pior ainda está por vir: 2027 se anuncia como o ano mais crítico para a oferta, segundo os próprios fabricantes. O que começou como uma turbulência de cadeia produtiva revela, aos poucos, uma questão mais profunda sobre quem terá acesso à tecnologia básica e quem ficará de fora.
Fabricantes se preparam para escassez de memória que pode durar até 2027
Consumidores de dispositivos de entrada sofrem impacto direto com redução de oferta e aumento de preços, afetando acesso a tecnologia básica.