Nos bastidores silenciosos da produção tecnológica, um recurso invisível ao consumidor — a memória dos dispositivos — começa a rarear, e com ela a promessa de acesso fácil e acessível aos aparelhos que estruturam a vida moderna. Fabricantes de smartphones e laptops ao redor do mundo já antecipam os gargalos que se aproximam, ajustando estratégias antes que a escassez se torne crise. É um lembrete de que a fragilidade das cadeias globais de suprimentos não é uma abstração — ela se materializa, eventualmente, nas prateleiras e nos bolsos de quem compra.