No interior de São Paulo, uma fábrica destinada a produzir aeronaves de decolagem vertical começa a tomar forma em Taubaté — sinal de que a mobilidade aérea urbana deixa, aos poucos, o domínio da ficção científica para entrar no calendário industrial. A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, avança nas etapas de implantação com previsão de produção comercial até 2028, aguardando a certificação regulatória que tornará o voo possível não apenas no papel, mas nos céus. É um momento em que a engenharia, a burocracia e o mercado precisam convergir — e o ritmo dessa convergência definirá se o fut