No verão de 2026, a Anthropic descobriu que a fronteira tecnológica nem sempre é o destino preferido do mercado: seu modelo mais avançado, o Fable 5, concentra apenas 11% dos gastos corporativos entre dezenas de milhares de empresas americanas. A lógica econômica — custo-benefício em vez de inovação pela inovação — está redefinindo como as organizações escolhem ferramentas de inteligência artificial. Com um IPO no horizonte e receitas abaixo das projeções mais ambiciosas, a empresa enfrenta uma pergunta antiga com urgência nova: o que o mercado realmente quer comprar?