Na Alemanha de 2026, a história parece dobrar-se sobre si mesma: o partido AfD intensifica uma ofensiva sistemática contra teatros e a escola Bauhaus — instituições que os nazistas já destruíram uma vez — enquanto eleições regionais e nacionais se aproximam e o chanceler Merz vê sua autoridade erodir. O que está em jogo não é apenas a disputa eleitoral, mas a pergunta mais antiga da democracia: até onde uma sociedade livre pode resistir quando a ameaça cresce por dentro de suas próprias instituições.