Exposição ASTRO em São Paulo oferece planetário 360° e entrada grátis para crianças até 6 anos

Ciência vira playground sensorial onde a magia encontra dados reais
A exposição ASTRO transforma imagens da NASA em experiência que crianças e adultos vivem juntos.

Nas férias escolares, São Paulo oferece às famílias uma rara oportunidade de transformar a vastidão do cosmos em experiência vivida. No Visualfarm Gymnasium, em Campos Elíseos, a exposição ASTRO converte dados reais da NASA em cenários sensoriais, lembrando que a ciência, quando bem contada, não precisa de distância para ser sentida. Com entrada gratuita para crianças até seis anos, o convite é democrático: o universo, desta vez, cabe no orçamento de todos.

  • Um galpão de 2.000 m² no coração de São Paulo foi convertido em portal cósmico, desafiando a ideia de que astronomia é assunto só para livros e laboratórios.
  • O planetário fulldome de 1.200 m² projeta imagens reais dos telescópios Hubble e James Webb em 360 graus, criando uma imersão que borra a fronteira entre ciência e arte.
  • Cabines de inteligência artificial permitem simular missões espaciais e pisar virtualmente em solos lunar e marciano, colocando o visitante no lugar do astronauta.
  • A entrada gratuita para crianças até seis anos e ingressos a partir de R$ 25,00 ampliam o acesso, tornando a experiência viável para famílias com orçamento limitado.
  • Com curadoria do astrônomo João Fonseca e funcionamento concentrado nos fins de semana das férias, a exposição se posiciona como o programa científico e cultural mais aguardado do recesso paulistano.

Com as férias escolares chegando, São Paulo ganha um destino incomum: a exposição ASTRO, instalada no Visualfarm Gymnasium, na Praça Olavo Bilac, em Campos Elíseos. O espaço, reconhecido como o laboratório de artes imersivas mais antigo da América Latina, abriga agora uma jornada de dois mil metros quadrados pelo cosmos — feita para quem quer sentir o universo, não apenas estudá-lo.

A visita começa com um tobogã que atravessa portais de luz, simulando uma viagem pelo espaço-tempo. O ponto alto é o planetário de mil e duzentos metros quadrados, onde projeções em 360 graus reconstroem superfícies de outros planetas com imagens reais capturadas pelos telescópios Hubble e James Webb, sob curadoria do astrônomo João Fonseca. Não há ficção aqui — apenas dados científicos transformados em cenário.

Para ir além da contemplação, cabines de inteligência artificial permitem simular missões espaciais e se imaginar pisando na Lua ou em Marte. Todo o conteúdo — de galáxias a matéria escura — passou pelo crivo científico de Fonseca, garantindo que o rigor não seja sacrificado pela diversão.

A exposição funciona de sexta a domingo, com ingressos a partir de R$ 25,00 e entrada gratuita para crianças até seis anos. As vendas antecipadas estão disponíveis pela Ticketmaster — uma chance concreta de transformar o recesso em memória duradoura.

As férias escolares se aproximam e São Paulo ganha uma razão a mais para as famílias saírem de casa. No coração da cidade, dentro de um galpão de dois mil metros quadrados, abriu a exposição ASTRO — um espaço onde a astronomia deixa de ser algo que se aprende em livros e vira uma experiência que se sente na pele.

O Visualfarm Gymnasium, localizado na Praça Olavo Bilac em Campos Elíseos, é o laboratório de artes imersivas mais antigo da América Latina, e agora funciona como porta de entrada para uma jornada pelo cosmos. A exposição foi pensada para crianças e adultos que queiram mais do que apenas observar — aqui, o convite é para interagir, explorar e deixar a imaginação flutuar. Para as famílias com orçamento apertado, há uma notícia que alivia: crianças com até seis anos entram de graça, transformando a visita em uma oportunidade acessível de despertar curiosidade científica nos pequenos.

O passeio começa com um tobogã temático que atravessa portais luminosos, misturando luz e ilusão visual para simular uma travessia pelo espaço-tempo. Mas a verdadeira atração está na sala de planetário, um espaço de mil e duzentos metros quadrados completamente envolvido por projeções em 360 graus. As imagens vêm direto da NASA, capturadas pelos telescópios Hubble e James Webb, recriando com precisão as superfícies de outros planetas. Não é ficção científica — são dados reais transformados em cenário.

Para quem quer ir além da observação, existem cabines de inteligência artificial onde os visitantes podem simular missões espaciais e se ver em solo lunar ou marciano, vivendo por alguns minutos a experiência de um astronauta. Todo o conteúdo sobre galáxias, matéria escura e foguetes foi revisado pelo astrônomo João Fonseca, garantindo que a diversão não sacrifique o rigor científico.

A exposição funciona de sexta a domingo, com horários que se adaptam ao ritmo das férias: sextas das onze da manhã às sete da noite, sábados e domingos das dez da manhã às seis da tarde. Os ingressos começam em vinte e cinco reais, com descontos para estudantes e professores. As vendas antecipadas acontecem pela Ticketmaster, permitindo que as famílias organizem a visita com antecedência. É o tipo de passeio que promete fotos memoráveis em cenários futuristas e um dia que as crianças dificilmente esquecerão — exatamente o que se espera de um recesso bem aproveitado.

Todo o conteúdo sobre galáxias, matéria escura e foguetes foi revisado pelo astrônomo João Fonseca, garantindo que o aprendizado ande de mãos dadas com a diversão
— Descrição da exposição ASTRO
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que uma exposição assim importa agora, justamente nas férias?

Model

Porque as férias são quando as crianças têm tempo de verdade para explorar algo que não cabe em uma aula de quarenta minutos. E quando você coloca ciência dentro de uma experiência sensorial, ela deixa de ser abstrata.

Inventor

Mas há tantas exposições em São Paulo. O que torna essa diferente?

Model

O planetário de 1.200 metros quadrados com projeções 360 graus não é comum. Você está literalmente cercado por imagens reais da NASA. Não é uma simulação — são dados de verdade transformados em ambiente.

Inventor

E para as crianças menores, aquelas que entram de graça?

Model

Elas provavelmente não vão entender toda a física envolvida. Mas vão sentir a magia de estar em outro planeta, vão correr pelo tobogã cósmico, vão se ver como astronautas. Isso planta uma semente.

Inventor

Qual é o risco de uma coisa assim ficar muito técnica?

Model

Por isso o astrônomo João Fonseca revisou tudo. A curadoria garante que não vira um museu chato. É arte e tecnologia juntas, não apenas dados projetados na parede.

Inventor

E para os adultos que acompanham?

Model

Há algo de genuinamente bonito em ver uma criança se maravilhar com o espaço. Os adultos vão tirar fotos, claro, mas também vão se deixar levar. Exposições imersivas funcionam assim — não deixam ninguém de fora.

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