Na madrugada de uma quinta-feira de setembro, Kiev voltou a despertar sob o estrondo de mísseis e drones russos, enquanto, do outro lado da fronteira, uma torre de arrefecimento da central nuclear de Kursk era atingida por um drone ucraniano — com o reator em pleno funcionamento. O conflito, que já dura mais de quatro anos, aproxima-se cada vez mais de um limiar onde a destruição convencional e o risco radiológico se tornam difíceis de distinguir. A Agência Internacional de Energia Atómica, voz solitária de cautela num teatro de guerra crescente, reafirmou que ataques a instalações nucleares s
Explosões em Kiev e ataque a central nuclear russa marcam escalada de ataques
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