Em um mundo onde mais da metade dos cães e gatos carrega peso além do saudável, a medicina veterinária ainda depende de avaliações subjetivas para compreender o que se passa dentro do corpo de cada animal. Uma pesquisadora brasileira propõe uma mudança de perspectiva: o exame Dexa, já consagrado na medicina humana, poderia revelar com precisão a composição corporal de pets, distinguindo gordura de músculo e abrindo caminho para tratamentos verdadeiramente personalizados. A ciência avança; o acesso, por ora, ainda espera.