No coração de Brasília, uma fusão bancária que nunca se consumou deixou rastros de promessas feitas em silêncio: o então presidente do BRB assegurou ao dono do Banco Master que o banco 'NUNCA deixará de ser o SEU banco', palavras que a Polícia Federal agora lê como a arquitetura de um acordo paralelo. A investigação sugere que por trás da linguagem corporativa havia uma negociação de outra natureza — seis apartamentos avaliados em R$ 146 milhões como contrapartida por manter o controle real nas mãos de quem o vendia. É o momento em que o público e o privado se confundem, e o Estado se torna in