No coração de um tribunal americano, um ex-executivo da Meta ergueu a voz para nomear o que muitos suspeitavam: que a atenção das crianças foi tratada como recurso a ser explorado, não como responsabilidade a ser protegida. Arturo Bejar, que trabalhou dentro da empresa entre 2009 e 2015, afirmou que Mark Zuckerberg tinha conhecimento direto das práticas que expunham menores a coleta ilegal de dados, assédio e danos à saúde mental — e que o crescimento sempre venceu a proteção. Este julgamento, o maior já realizado sobre os efeitos das redes sociais em jovens, coloca em questão não apenas uma e
Ex-executivo da Meta depõe que Zuckerberg negligenciou segurança infantil
Crianças menores de 13 anos foram expostas a coleta ilegal de dados, assédio e problemas de saúde mental como ansiedade, depressão e pensamentos suicidas.