No sexto mês de um conflito que já redefine o equilíbrio do Golfo Pérsico, um ex-dirigente do Pentágono projeta pelo menos mais seis meses de guerra entre os Estados Unidos e o Irã — enquanto analistas de inteligência americana registram, com preocupação, que Teerã emerge desse período não enfraquecida, mas mais confiante. O compromisso americano de manter presença militar na região até 2027 revela que Washington abandonou a expectativa de resolução rápida, preparando-se para uma longa vigília estratégica cujos custos — humanos, econômicos e geopolíticos — ainda estão por ser contabilizados.