A Europa atravessa um momento de reavaliação profunda da sua segurança coletiva: os serviços de inteligência do continente alertam, de forma coordenada, que a Rússia intensifica operações de desestabilização contra a NATO e as democracias europeias. Putin oscila entre sinais de abertura diplomática e ameaças militares explícitas, enquanto os governos europeus enfrentam a difícil tarefa de preparar as suas sociedades para uma era em que a paz deixou de ser uma certeza. O que está em causa não é apenas a defesa de fronteiras, mas a resiliência das instituições e das pessoas que as habitam.