Em um movimento que redefine a presença militar americana no hemisfério ocidental, os Estados Unidos preparam a realocação de drones MQ-9 Reaper da África para a América do Sul, sinalizando que a guerra ao narcotráfico entra em uma nova fase — mais tecnológica, mais próxima e mais seletiva em suas alianças. O Equador emerge como parceiro preferencial, enquanto o Brasil é publicamente criticado por Washington, revelando que a cooperação em segurança carrega, inevitavelmente, o peso das escolhas políticas.