No outono de 2026, a tensão comercial entre Estados Unidos e Canadá atingiu um novo patamar quando Washington impôs tarifas de até 50% sobre produtos canadenses selecionados — um gesto de retaliação que, paradoxalmente, pode ter acelerado uma transformação mais profunda. O Canadá, em vez de se fechar em resposta defensiva, escolheu olhar para o horizonte mais largo da economia global, cortejando investidores internacionais e repensando sua dependência histórica do vizinho do sul. É o velho paradoxo das crises: a pressão que deveria enfraquecer pode, se bem navegada, forjar algo mais resiliente