Num movimento que redefine as fronteiras entre abertura e controle, os Estados Unidos anunciaram novos limites para a permanência de estudantes e jornalistas estrangeiros — quatro anos para os primeiros, 240 dias para os segundos. A medida, prevista para entrar em vigor em setembro, inscreve-se na longa tensão entre a tradição americana de acolher talentos e vozes do mundo e o impulso crescente de restringir quem pode, e por quanto tempo, habitar esse espaço. Para milhões que planejavam estudar ou reportar nos Estados Unidos, o horizonte acaba de se tornar mais estreito.