Pela primeira vez em sua história, os Estados Unidos reconheceram publicamente possuir armas em órbita capazes de neutralizar satélites adversários — um limiar simbólico e estratégico que transforma o espaço, outrora domínio de exploração e comunicação, em mais um teatro de dissuasão militar. O secretário da Força Aérea, Troy Meink, fez o anúncio em conferência militar sem revelar detalhes técnicos, sinalizando que a transparência foi calculada: suficiente para intimidar, insuficiente para expor. Num momento em que China e Rússia avançam suas próprias capacidades antissatélite, a admissão amer