Desde 1823, a Doutrina Monroe tem servido como bússola moral e estratégica dos Estados Unidos nas Américas — um princípio que ora protege, ora domina, conforme a conveniência de cada era. Nesta semana, o Departamento de Estado reacendeu essa chama ao divulgar um vídeo proclamando que a hegemonia norte-americana no continente 'nunca mais será questionada', usando a captura de Nicolás Maduro como símbolo vivo de uma doutrina que, dois séculos depois, ainda molda destinos. O gesto revela menos uma novidade histórica do que uma continuidade: a tensão permanente entre a narrativa de proteção hemisf
EUA reafirmam Doutrina Monroe e omitem apoio a ditaduras na América Latina
A captura de Nicolás Maduro resultou em sua detenção em penitenciária de Nova York, afetando diretamente o ex-líder venezuelano e suas circunstâncias pessoais.