No coração da rivalidade tecnológica do século XXI, os Estados Unidos se veem diante de uma tensão que não admite resposta simples: desacelerar o desenvolvimento da inteligência artificial por temor de consequências catastróficas, ou manter a corrida contra uma China que avança com disciplina estatal e ambição declarada de liderar o mundo em IA até 2030. A vantagem americana, antes considerada sólida, foi praticamente eliminada — não pela força bruta do hardware, mas pela engenhosidade do software chinês. O que está em jogo não é apenas supremacia tecnológica, mas a própria arquitetura do pode