No limiar do outono de 2026, os Estados Unidos cruzaram um limiar que poucos conflitos modernos haviam atingido tão abertamente: ataques directos contra instalações militares iranianas no próprio território da República Islâmica. A operação, dirigida contra a Guarda Revolucionária Islâmica em resposta a ofensivas no estreito de Ormuz, não é apenas um acto de força — é um sinal de que a paciência estratégica de Washington chegou ao fim, e que o custo da inacção foi considerado maior do que o risco da escalada. O mundo observa agora, com os mercados de energia a tremer e as rotas marítimas em su