Em um gesto que ecoa as antigas corridas armamentistas da Guerra Fria, Washington confirmou esta semana o posicionamento de uma arma em órbita terrestre, abrindo uma nova fronteira na competição estratégica entre as grandes potências. O secretário da Força Aérea, Troy Meink, justificou o movimento como necessário para proteger forças americanas, mas o silêncio sobre os detalhes revela tanto quanto as palavras. O espaço, que nunca foi verdadeiramente pacífico, torna-se agora palco de uma disputa onde os riscos não se limitam à geopolítica — eles ameaçam a própria habitabilidade da órbita que to