No Golfo Pérsico, onde civilizações sempre disputaram rotas e recursos, os Estados Unidos e o Irã trocaram golpes militares e econômicos neste fim de semana, destruindo petroleiros e lançadores de foguetes em uma lógica de retaliação calibrada que se aprofunda desde o colapso de um cessar-fogo de 60 dias. A cada ação, uma resposta proporcional — mas ligeiramente maior —, sugerindo que ambos os lados buscam impor custos sem cruzar o limiar de uma guerra declarada. O Estreito de Ormuz, artéria vital do petróleo mundial, permanece no centro de uma crise que eleva preços de energia globalmente e p
EUA afirmam ter atacado 3 petroleiros iranianos em retaliação a mísseis contra navios de guerra
Irã alega que ataques americanos mataram pelo menos quatro pessoas, incluindo duas crianças, em cerimônia de casamento no sul do país; EUA expressam ceticismo e prometem investigação.