Durante oito anos, pesquisadores finlandeses acompanharam crianças e descobriram que o tempo de tela, longe de ser um vilão uniforme, pode estar associado a melhor desempenho cognitivo na adolescência — desde que o que acontece diante da tela envolva pensamento ativo, criatividade e resolução de problemas. O estudo da Universidade de Jyväskylä não absolve o uso irrestrito de dispositivos, mas desloca a pergunta: em vez de 'quanto tempo?', a ciência agora sugere que a pergunta mais honesta é 'fazendo o quê?'. É um convite para que pais e educadores abandonem regras arbitrárias e passem a cultiv