Em 1960, três cientistas da Universidade de Illinois construíram, com rigor matemático, uma previsão que o tempo transformaria em espelho: 13 de novembro de 2026 seria o dia em que a humanidade, sufocada pelo próprio crescimento, entraria em colapso. Hoje, com oito bilhões de pessoas no planeta e a data a menos de três meses, o apocalipse previsto não chegou — não porque o alerta fosse vazio, mas porque a ciência que o refutou nasceu do mesmo impulso que o gerou. O estudo permanece como testemunho da tensão permanente entre os limites do mundo e a capacidade humana de reinventar as regras dent