Em um país onde a depressão afeta milhões de pessoas, pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo oferecem uma perspectiva que une o cotidiano da mesa ao equilíbrio da mente: acompanhando mais de sete mil brasileiros ao longo de seis anos, o estudo revelou que padrões alimentares anti-inflamatórios — ricos em frutas, verduras e gorduras saudáveis — estão associados a uma redução de 25% no risco de depressão. Sem afirmar causalidade, a pesquisa convida a sociedade a reconhecer que o ato de comer carrega consequências que vão muito além do corpo físico.