Um estudo chileno publicado em 2026 lança uma sombra longa sobre um hábito moderno aparentemente inofensivo: o consumo cotidiano de adoçantes. Ao acompanhar três gerações de camundongos expostos à sucralose e à estévia, pesquisadores observaram que alterações metabólicas e inflamatórias persistiram mesmo em descendentes que nunca ingeriram os compostos — sugerindo que o que escolhemos beber hoje pode inscrever consequências no corpo de quem ainda não nasceu. A ciência permanece cautelosa, pois roedores não são humanos, mas a pergunta que o estudo coloca é das mais antigas e perturbadoras: até