Rosario Central venceu Estudiantes por 3 a 1, com dois gols de Di María e um de Julián Fernández nos acréscimos. Confusão eclodiu após o terceiro gol visitante, com trocas de socos e empurrões entre jogadores no caminho para os vestiários.
Estudiantes perde final e jogo termina em briga no túnel contra Rosario Central
Não fizemos nada para que isso acontecesse. Nós vamos curtir esse momento
Por que uma final de Supercopa Internacional terminou em briga? Isso é comum no futebol argentino?
Não é comum, mas também não é raro quando há frustração com arbitragem. O Estudiantes tinha razão em reclamar — a bola bateu no braço de Ovando e não foi marcado pênalti. Isso acumulou tensão ao longo do jogo.
Mas a gente só tem a palavra deles sobre o lance do braço. Não vimos a repetição. E quanto aos cinco cartões amarelos contra dois — isso é realmente desproporcional ou o Estudiantes simplesmente cometeu mais faltas?
É verdade que não temos a análise completa da arbitragem. Mas o fato é que Juan Sebastián Verón, o presidente, entrou no campo para protestar. Isso mostra que a insatisfação era real e institucional.
E agora o Estudiantes enfrenta o Flamengo em outubro. Essa derrota e essa briga vão afetar o time?
Psicologicamente, sim. Perder uma final é difícil. Mas o Estudiantes tem experiência em competições grandes. Eles vão tentar canalizar essa frustração.
A gente não sabe ainda como isso vai impactar o elenco. Lesões na briga? Suspensões? Essas coisas ainda podem aparecer.
Di María marcou dois gols. Ele vai estar disponível para a semifinal?
Sim, ele jogou bem e não foi expulso. Deve estar disponível, a menos que receba suspensão por conduta após o jogo.
Exatamente — a confederação pode investigar a briga e aplicar punições. Isso é um risco real que ainda não sabemos como vai se desenrolar.
O Pulso
- Rosario Central venceu Estudiantes por 3 a 1 na final da Supercopa Internacional
- Dois gols de Di María e um de Julián Fernández marcaram a vitória
- Confusão com socos e empurrões eclodiu no túnel após o terceiro gol
- Árbitro Darío Herrera distribuiu 5 cartões amarelos ao Estudiantes e 2 ao Rosario
- Estudiantes enfrenta Flamengo em 15 de outubro pela semifinal da Libertadores
Rosario Central venceu Estudiantes por 3 a 1, com dois gols de Di María e um de Julián Fernández nos acréscimos. Confusão eclodiu após o terceiro gol visitante, com trocas de socos e empurrões entre jogadores no caminho para os vestiários.
Estudiantes foi derrotado pelo Rosario Central por 3 a 1 na final da Supercopa Internacional, com o confronto terminando em briga entre jogadores no túnel do estádio.
No sábado à noite no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, o Estudiantes saiu na frente cedo — Alexis Castro marcou aos dois minutos — mas não conseguiu segurar. O Rosario Central virou a partida ainda no primeiro tempo com dois gols de Ángel Di María, o segundo convertido de pênalti nos acréscimos, e fechou a conta com Julián Fernández já nos minutos finais da segunda etapa. O placar de 3 a 1 selou a derrota do Estudiantes na final da Supercopa Internacional, um torneio disputado na Argentina.
O que começou como uma partida de futebol terminou como um confronto físico. Após o terceiro gol do Rosario, ainda no gramado, jogadores dos dois times começaram a se empurrar e trocar socos. A confusão não parou ali — prosseguiu pelo túnel que leva aos vestiários, onde testemunhas viram mais trocas de agressões entre os atletas. Di María, autor de dois dos três gols da vitória, falou à imprensa argentina logo depois. "Foi lamentável. Não fizemos nada para que isso acontecesse. Eles terão as suas desculpas. Nós vamos curtir esse momento", disse o jogador do Rosario, numa referência clara ao clima de tensão que tomou conta do estádio nos minutos finais.
O Estudiantes tinha motivos para estar frustrado além da derrota. A equipe reclamou intensamente da arbitragem de Darío Herrera. O árbitro distribuiu cinco cartões amarelos para os mandantes e apenas dois para o Rosario — uma diferença que os jogadores do Estudiantes consideraram injusta. Mas a principal reclamação veio de um lance específico: a bola bateu no braço de Ovando dentro da área do Rosario Central, um toque que parecia claro o suficiente para pedir pênalti. O Estudiantes protestou, mas Herrera deixou o jogo seguir. A frustração com essa decisão ecoou nos corredores do estádio.
Juan Sebastián Verón, ex-jogador da seleção argentina e atual presidente do Estudiantes, não ficou apenas observando de longe. Ele entrou no gramado para protestar pessoalmente contra as decisões do árbitro, um gesto que ilustra o nível de insatisfação que tomou conta do clube naquela noite.
O resultado deixa o Estudiantes com um gosto amargo, mas o foco já se volta para o que vem pela frente. Em 15 de outubro, o time receberá o Flamengo no Estádio Jorge Luis Hirschi para a primeira partida da semifinal da Libertadores. Uma semana depois, a volta acontece no Maracanã, no Rio de Janeiro. Do outro lado da semifinal, o vencedor do confronto entre Fluminense e Palmeiras aguarda. Para o Estudiantes, a chance de deixar para trás uma noite marcada por derrota e conflito.
Citações Notáveis
Foi lamentável. Não fizemos nada para que isso acontecesse. Eles terão as suas desculpas. Nós vamos curtir esse momento— Ángel Di María, Rosario Central