Estudiantes perde final e jogo termina em briga no túnel contra Rosario Central

Confronto físico entre jogadores resultou em trocas de socos e empurrões no túnel do estádio.
Não fizemos nada para que isso acontecesse. Nós vamos curtir esse momento
Di María do Rosario Central respondeu às acusações de provocação após a vitória na final.
Mark

Por que uma final de Supercopa Internacional terminou em briga? Isso é comum no futebol argentino?

Mimi

Não é comum, mas também não é raro quando há frustração com arbitragem. O Estudiantes tinha razão em reclamar — a bola bateu no braço de Ovando e não foi marcado pênalti. Isso acumulou tensão ao longo do jogo.

Luke

Mas a gente só tem a palavra deles sobre o lance do braço. Não vimos a repetição. E quanto aos cinco cartões amarelos contra dois — isso é realmente desproporcional ou o Estudiantes simplesmente cometeu mais faltas?

Mimi

É verdade que não temos a análise completa da arbitragem. Mas o fato é que Juan Sebastián Verón, o presidente, entrou no campo para protestar. Isso mostra que a insatisfação era real e institucional.

Mark

E agora o Estudiantes enfrenta o Flamengo em outubro. Essa derrota e essa briga vão afetar o time?

Mimi

Psicologicamente, sim. Perder uma final é difícil. Mas o Estudiantes tem experiência em competições grandes. Eles vão tentar canalizar essa frustração.

Luke

A gente não sabe ainda como isso vai impactar o elenco. Lesões na briga? Suspensões? Essas coisas ainda podem aparecer.

Mark

Di María marcou dois gols. Ele vai estar disponível para a semifinal?

Mimi

Sim, ele jogou bem e não foi expulso. Deve estar disponível, a menos que receba suspensão por conduta após o jogo.

Luke

Exatamente — a confederação pode investigar a briga e aplicar punições. Isso é um risco real que ainda não sabemos como vai se desenrolar.

  • Rosario Central venceu Estudiantes por 3 a 1 na final da Supercopa Internacional
  • Dois gols de Di María e um de Julián Fernández marcaram a vitória
  • Confusão com socos e empurrões eclodiu no túnel após o terceiro gol
  • Árbitro Darío Herrera distribuiu 5 cartões amarelos ao Estudiantes e 2 ao Rosario
  • Estudiantes enfrenta Flamengo em 15 de outubro pela semifinal da Libertadores

Rosario Central venceu Estudiantes por 3 a 1, com dois gols de Di María e um de Julián Fernández nos acréscimos. Confusão eclodiu após o terceiro gol visitante, com trocas de socos e empurrões entre jogadores no caminho para os vestiários.

Estudiantes foi derrotado pelo Rosario Central por 3 a 1 na final da Supercopa Internacional, com o confronto terminando em briga entre jogadores no túnel do estádio.

No sábado à noite no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, o Estudiantes saiu na frente cedo — Alexis Castro marcou aos dois minutos — mas não conseguiu segurar. O Rosario Central virou a partida ainda no primeiro tempo com dois gols de Ángel Di María, o segundo convertido de pênalti nos acréscimos, e fechou a conta com Julián Fernández já nos minutos finais da segunda etapa. O placar de 3 a 1 selou a derrota do Estudiantes na final da Supercopa Internacional, um torneio disputado na Argentina.

O que começou como uma partida de futebol terminou como um confronto físico. Após o terceiro gol do Rosario, ainda no gramado, jogadores dos dois times começaram a se empurrar e trocar socos. A confusão não parou ali — prosseguiu pelo túnel que leva aos vestiários, onde testemunhas viram mais trocas de agressões entre os atletas. Di María, autor de dois dos três gols da vitória, falou à imprensa argentina logo depois. "Foi lamentável. Não fizemos nada para que isso acontecesse. Eles terão as suas desculpas. Nós vamos curtir esse momento", disse o jogador do Rosario, numa referência clara ao clima de tensão que tomou conta do estádio nos minutos finais.

O Estudiantes tinha motivos para estar frustrado além da derrota. A equipe reclamou intensamente da arbitragem de Darío Herrera. O árbitro distribuiu cinco cartões amarelos para os mandantes e apenas dois para o Rosario — uma diferença que os jogadores do Estudiantes consideraram injusta. Mas a principal reclamação veio de um lance específico: a bola bateu no braço de Ovando dentro da área do Rosario Central, um toque que parecia claro o suficiente para pedir pênalti. O Estudiantes protestou, mas Herrera deixou o jogo seguir. A frustração com essa decisão ecoou nos corredores do estádio.

Juan Sebastián Verón, ex-jogador da seleção argentina e atual presidente do Estudiantes, não ficou apenas observando de longe. Ele entrou no gramado para protestar pessoalmente contra as decisões do árbitro, um gesto que ilustra o nível de insatisfação que tomou conta do clube naquela noite.

O resultado deixa o Estudiantes com um gosto amargo, mas o foco já se volta para o que vem pela frente. Em 15 de outubro, o time receberá o Flamengo no Estádio Jorge Luis Hirschi para a primeira partida da semifinal da Libertadores. Uma semana depois, a volta acontece no Maracanã, no Rio de Janeiro. Do outro lado da semifinal, o vencedor do confronto entre Fluminense e Palmeiras aguarda. Para o Estudiantes, a chance de deixar para trás uma noite marcada por derrota e conflito.

Foi lamentável. Não fizemos nada para que isso acontecesse. Eles terão as suas desculpas. Nós vamos curtir esse momento
— Ángel Di María, Rosario Central
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