Em fins de agosto, jovens pesquisadores do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul levaram ao Paraná investigações nascidas no Cerrado e nos laboratórios de informática — e voltaram com prêmios e convites para Londres e Nova York. A Fecet 2026, maior feira científica paranaense, serviu de espelho para algo maior: a descoberta, por parte desses estudantes, de que são capazes de fazer ciência de verdade. O que os prêmios registram em papel, a iniciação científica inscreve de forma mais duradoura — na confiança e na trajetória de cada jovem.