Em um tempo em que o talento infantil raramente encontra palco à sua altura, dois meninos de 12 anos do Distrito Federal foram convidados a apresentar pesquisas científicas em Harvard e no MIT durante o Global Health Catalyst 2026. Lucas Freitas Vieira e Rafael Kessler Ferreira — este último superdotado e autista, que até os três anos mal falava — carregam consigo não apenas descobertas científicas, mas a prova de que o potencial humano resiste às expectativas mais limitadas. O reconhecimento vem acompanhado de promessas institucionais: o governo local anuncia programas para altas habilidades,