Há uma fronteira invisível entre o escritório e o quarto, e um estudo chinês com 826 trabalhadores jovens sugere que o estresse profissional crônico a atravessa com facilidade. Homens submetidos às maiores pressões laborais apresentaram disfunção erétil em proporção seis vezes maior do que seus pares menos pressionados, com alterações hormonais mensuráveis — cortisol elevado, testosterona reduzida — que revelam um corpo incapaz de distinguir o fim do expediente do início do descanso. A pesquisa não decreta uma causa, mas aponta uma direção: quando o trabalho ocupa o organismo inteiro, a intimi