Em menos de duas semanas de negociações, o Brasil viu quase R$ 12 bilhões em capital estrangeiro deixarem sua bolsa de valores — um ritmo que transforma agosto em testemunha de uma virada de humor profunda. O que começou como o ano mais promissor para o mercado brasileiro desde 2025 agora revela a fragilidade de otimismos construídos sobre fundamentos ainda instáveis: juros em alta, contas públicas sob pressão e eleições à vista. A fuga de capital não é apenas um número; é o mercado global dizendo que o Brasil ainda tem contas a acertar consigo mesmo.