Na costa paulista, onde a memória e o mar se entrelaçam, uma chama destruiu mais do que pedra e forma: consumiu a Pedra da Feiticeira, estátua que guardava, na Praia do Itararé em São Vicente, a lenda de uma mulher que esperou pelo amor até se perder nas águas. O incêndio, ocorrido na última quarta-feira, abriu uma ferida coletiva numa comunidade que via no monumento não um ornamento, mas um elo vivo entre gerações. Enquanto as autoridades investigam se foi acidente ou ato deliberado, a cidade se vê diante de uma pergunta mais ampla: o que fazemos quando o que nos une é reduzido a cinzas?
Estátua da Pedra da Feiticeira é incendiada em São Vicente; prefeitura investiga
A história da mulher é compartilhada entre gerações no litoral paulista
Por que essa estátua importava tanto para São Vicente? Parecia ser só um monumento.
Não era só um monumento. Era a materialização de uma lenda que as pessoas contavam umas para as outras há décadas. Gerações cresceram ouvindo a história daquela mulher que esperava o marinheiro à noite.
Mas a gente sabe como o fogo começou? Ou é realmente um mistério neste ponto?
Ninguém sabe ainda. A polícia está analisando as câmeras, mas no momento da reportagem as causas eram desconhecidas.
E o prefeito, como reagiu?
Ele estava furioso. Disse que estava bravo, irritado, e que faria tudo para descobrir o que aconteceu. Acionou três caminhões de bombeiros.
Mas "tudo o que tiver ao alcance" é uma frase vaga. Qual é o plano real? Aumentar segurança? Reconstruir? Isso não fica claro na reportagem.
Verdade. A reportagem captura a reação emocional, mas não detalha os próximos passos concretos da prefeitura.
Os moradores estão pedindo algo específico?
A reportagem mostra que lamentaram a perda, mas não traz depoimentos de moradores pedindo ações específicas.
Então temos um símbolo destruído, uma investigação em andamento, e reações emocionais. Mas as respostas práticas ainda estão em aberto.
Exatamente. É um momento de incerteza e comoção.
Der Puls
- Vídeos da estátua em chamas se espalharam pelas redes sociais em horas, transformando a perda local em comoção coletiva ao longo de todo o litoral paulista.
- A lenda da Feiticeira — uma mulher que morreu afogada tentando alcançar o barco do amado — era transmitida entre gerações, e sua destruição sentida como um apagamento de identidade.
- Três caminhões de bombeiros foram acionados para conter o fogo, enquanto a Guarda Civil Municipal registrava boletim de ocorrência e câmeras de segurança eram analisadas.
- O prefeito Kayo Amado declarou publicamente sua irritação e prometeu empenho total da administração para identificar os responsáveis.
- A investigação segue aberta, sem conclusão sobre a origem acidental ou criminosa do incêndio que marcou a cidade.
Na costa paulista, onde a memória e o mar se entrelaçam, uma chama destruiu mais do que pedra e forma: consumiu a Pedra da Feiticeira, estátua que guardava, na Praia do Itararé em São Vicente, a lenda de uma mulher que esperou pelo amor até se perder nas águas. O incêndio, ocorrido na última quarta-feira, abriu uma ferida coletiva numa comunidade que via no monumento não um ornamento, mas um elo vivo entre gerações. Enquanto as autoridades investigam se foi acidente ou ato deliberado, a cidade se vê diante de uma pergunta mais ampla: o que fazemos quando o que nos une é reduzido a cinzas?
Na quarta-feira, 30 de setembro, a estátua da Pedra da Feiticeira foi consumida pelo fogo na Praia do Itararé, em São Vicente. Vídeos da figura em chamas circularam rapidamente pelas redes sociais, e a comoção tomou conta da Baixada Santista.
O monumento representava uma lenda antiga do litoral paulista: a de uma mulher que, à espera de um marinheiro, entrou no mar para alcançar o barco amado e morreu afogada. Com o tempo, a estátua deixou de ser apenas um marco turístico para se tornar parte da identidade da cidade — uma história partilhada entre moradores e visitantes ao longo de gerações.
As causas do incêndio permaneciam desconhecidas. A Guarda Civil Municipal abriu boletim de ocorrência, e tanto a corporação quanto a polícia iniciaram investigações com apoio de imagens de câmeras de segurança. Três caminhões de bombeiros foram mobilizados para combater as chamas.
O prefeito Kayo Amado usou o Instagram para expressar sua indignação: "Eu estou bravo também, estou irritado, todo mundo está", afirmou, prometendo que a prefeitura faria tudo ao seu alcance para esclarecer o ocorrido. A investigação segue em andamento, buscando determinar se o fogo foi acidental ou intencional.
Na quarta-feira, dia 30 de setembro, a estátua da Pedra da Feiticeira, um dos pontos de referência mais conhecidos de São Vicente na Baixada Santista, foi consumida pelas chamas. Vídeos que circularam nas redes sociais capturaram a imagem da mulher em fogo, e a notícia se espalhou rapidamente entre os moradores da região, gerando comoção e lamento pela perda do símbolo.
A estátua estava instalada na Praia do Itararé e representava a história de uma mulher que, segundo a tradição popular transmitida há gerações no litoral paulista, esperava à noite por um marinheiro que a amava. A lenda conta que um dia ela entrou no mar para alcançar um barco, mas morreu afogada. Ao longo dos anos, a figura se tornou mais que um monumento: virou parte da identidade cultural da cidade, uma história compartilhada entre gerações de moradores e visitantes.
As causas do incêndio permaneciam desconhecidas no momento da apuração. A Guarda Civil Municipal registrou boletim de ocorrência, e tanto a corporação quanto a polícia iniciaram investigação do caso, incluindo análise de imagens de câmeras de segurança da região. Três caminhões de bombeiros foram acionados para combater as chamas e evitar que o fogo se propagasse.
O prefeito de São Vicente, Kayo Amado, do Podemos, manifestou sua irritação com o ocorrido em vídeo publicado no Instagram. "Eu estou bravo também, estou irritado, todo mundo está, não tem como ser diferente", disse o gestor, acrescentando que a administração municipal faria "tudo o que tiver ao alcance para identificar o que aconteceu". Sua reação refletia o sentimento que tomava conta da comunidade diante da destruição de um patrimônio que transcendia o valor material.
A investigação seguia em andamento, com as autoridades buscando determinar se o incêndio foi acidental ou intencional, e quem poderia estar envolvido no episódio que marcou a cidade.
Bemerkenswerte Zitate
Eu estou bravo também, estou irritado, todo mundo está, não tem como ser diferente. A gente vai fazer tudo o que tiver ao alcance para identificar o que aconteceu.— Prefeito Kayo Amado