Em uma clínica de reabilitação nos Estados Unidos, o espaço sagrado da cura foi convertido em cenário de exploração: uma estagiária de psicologia utilizou sua posição de autoridade para manter um relacionamento sexual com um paciente em tratamento para dependência química, falsificando documentos para encobrir os encontros. O caso, denunciado pelo próprio paciente após o término do relacionamento, revela como a vulnerabilidade terapêutica pode ser instrumentalizada por quem deveria protegê-la. A prisão de Michelle Luchau-Rebora, 32 anos, reacende o debate sobre os limites éticos que sustentam
Estagiária de psicologia é presa por relações sexuais com paciente em clínica de reabilitação
Paciente foi explorado sexualmente durante tratamento de dependência química, com abuso de posição de autoridade terapêutica.