Há 1.600 anos, em uma torre defensiva da colônia romana de Deultum — no território da atual Bulgária —, um jovem buscou refúgio dentro de um jarro de cerâmica enquanto invasores germânicos ateavam fogo ao lugar. Ele não sobreviveu: a fumaça o sufocou antes que pudesse escapar. Encontrado em posição fetal, com facas modestas nas mãos, seu corpo preservado pelas cinzas e pela argila atravessou os séculos para nos lembrar que por trás do colapso dos impérios há sempre rostos anônimos que não tiveram para onde correr.
Esqueleto romano de 1.600 anos revela morte por asfixia em jarro durante invasão
Um jovem morreu asfixiado ao se esconder em um jarro durante ataque invasor que incendiou a torre defensiva onde se refugiava.