A tatuagem, prática adotada por milhões como expressão de identidade, carrega consigo uma zona de sombra científica que a medicina ainda não iluminou por completo. Pesquisadores investigam reações imunológicas, alérgicas e possíveis ligações ao câncer provocadas por tintas cujos ingredientes frequentemente não constam nos rótulos. Entre a ausência de regulamentação nos Estados Unidos e estudos ainda em curso, a humanidade tatua o próprio corpo enquanto a ciência tenta decifrar o que isso significa para a saúde a longo prazo.