Na Bahia, o mosquito Aedes aegypti reescreve silenciosamente o mapa das doenças: enquanto a dengue recua em números relativos, a chikungunya avança com força inédita — um crescimento de mais de 300% que lembra que a natureza não elimina riscos, apenas os redistribui. Diante desse rearranjo epidemiológico, especialistas insistem que a vigilância coletiva e a prevenção doméstica continuam sendo a única resposta duradoura que a humanidade tem à altura do desafio.
Especialista alerta sobre crescimento de chikungunya e importância da prevenção na Bahia
Mais de 20 mil casos prováveis de dengue e 492 casos graves registrados no período, com risco de evolução para quadros graves, especialmente entre grupos vulneráveis.