Em setembro de 2026, Ceuta voltou a ser palco de uma das tensões mais duradouras da Europa contemporânea: mais de 5.300 migrantes que haviam cruzado para o enclave espanhol no norte de África foram devolvidos ao Marrocos, enquanto cerca de 800 outros eram retirados das ruas para abrigos provisórios em tendas. A operação, coordenada entre Espanha e Marrocos, reflete não uma solução, mas a repetição de um ciclo — o de povos em movimento encontrando fronteiras em movimento contrário. Por trás de cada número há uma trajetória humana que, para muitos, não termina com o retorno, mas recomeça.
Espanha devolve mais de 5.300 migrantes ao Marrocos após entrada em Ceuta
Mais de 5.300 migrantes foram devolvidos ao Marrocos e aproximadamente 800 foram removidos das ruas para centros temporários, afetando diretamente populações vulneráveis em situação de deslocamento.
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