Pela primeira vez na Europa, uma agência de proteção de dados registou um ciberataque conduzido de ponta a ponta por um agente de inteligência artificial, sem qualquer mão humana a guiá-lo. Em Espanha, em setembro de 2026, esse agente identificou vulnerabilidades, penetrou num sistema e alterou dados pessoais e financeiros de forma inteiramente autónoma. O que durante anos habitou o plano das hipóteses académicas atravessou agora a fronteira do real — e a pergunta que se impõe já não é se a IA pode atacar, mas com que frequência já o faz.
Espanha deteta primeiro ciberataque autónomo perpetrado por IA
Fuga de dados pessoais e informações financeiras de terceiros afetados pelo acesso não autorizado.