Em um momento em que a sífilis atinge no Japão o dobro dos casos registrados apenas cinco anos atrás, o único medicamento capaz de proteger gestantes e seus fetos desapareceu das prateleiras — e não deve retornar antes de 2027. A Pfizer, principal fornecedora de penicilina no país, enfrentou primeiro um recolhimento voluntário e depois uma falha grave de equipamentos, transformando um problema logístico em crise de saúde pública. O que está em jogo não é apenas o tratamento de uma infecção, mas a proteção de vidas que ainda não nasceram.
Escassez de penicilina no Japão ameaça tratamento de sífilis até 2027
Gestantes e fetos correm risco aumentado de aborto, parto prematuro e sífilis congênita, que pode causar problemas neurológicos e ósseos em crianças infectadas.