Em academias, pistas de corrida e estúdios de dança, mulheres jovens e saudáveis enfrentam em silêncio um sinal que o corpo envia durante o movimento: o escape involuntário de urina. Especialistas em saúde pélvica alertam que esse fenômeno não é privilégio da idade ou da maternidade, mas uma disfunção que pode afetar qualquer mulher ativa — e que absorventes e vergonha não são respostas à altura do problema. O corpo, quando perde urina ao saltar ou correr, está pedindo reorganização, não resignação.
Escape urinário ao exercitar não é normal e afeta mulheres jovens; fisioterapia é solução
Mulheres afetadas evitam movimentos, abandonam atividades por vergonha e utilizam absorventes durante treinos, impactando sua qualidade de vida e confiança.