No último dia de setembro, quatro candidatos ao Senado por São Paulo encontraram-se diante das câmeras da EPTV para debater os dilemas que moldam o futuro do estado mais populoso do Brasil. Entre reforma política e apostas online, segurança e direitos trabalhistas, o debate revelou não apenas propostas, mas a geometria de forças que disputarão um dos assentos mais cobiçados do Congresso em 2026. A ausência de dois convidados lembrou, como sempre, que a arena eleitoral tem muitos palcos e que nem todos escolhem o mesmo.
EPTV promove debate com candidatos ao Senado por São Paulo
Quatro candidatos compareceram; dois não conseguiram estar presentes
Por que um debate de Senado em setembro de 2026 importa? Parece cedo.
Não é cedo. As eleições são em outubro, então estamos na reta final. O Senado é uma cadeira de seis anos, e São Paulo tem peso nacional. Os temas que saíram — reforma política, segurança, direitos trabalhistas — são coisas que as pessoas votam.
Mas espera. Quantas pessoas assistiram? Qual foi a audiência? O texto não diz. Sabemos que aconteceu, mas não sabemos se importou de verdade.
Justo. O que sabemos é que quatro candidatos estavam lá e dois não. Isso já conta uma história sobre prioridades.
Os dois que faltaram — André do Prado e Guilherme Derrite — disseram que tinham compromissos de campanha. Isso é desculpa ou é real?
Não há como saber. Eles disseram que foi pontual, que respeitam a EPTV. Mas o texto não oferece nenhuma verificação independente. Pode ser verdade, pode ser estratégia. A gente não sabe.
O que é verificável é que quatro candidatos participaram e discutiram cinco temas específicos. Isso aconteceu. O debate existe em vídeo.
E qual foi o tom? Houve confronto? Consenso?
O texto não diz. Ele apenas lista que os blocos existem — Bloco 1, Bloco 2, Bloco 3, Bloco 4, considerações finais — mas não resume o que foi dito. Então a gente sabe que o debate aconteceu, mas não sabe o que foi discutido de verdade.
Verdade. O leitor teria que assistir ao vídeo para entender o que cada candidato pensa.
O Pulso
- Quatro candidatos — Geraldo Rufino, Marina Silva, Simone Tebet e Soninha Francine — enfrentaram-se em temas que dividem o eleitorado paulista, de segurança pública à regulamentação das bets.
- André do Prado e Guilherme Derrite, ausentes, geraram o primeiro ruído do debate antes mesmo de ele começar, levantando questões sobre comprometimento com o escrutínio público.
- Os blocos temáticos expuseram divergências reais: como regular data centers, o que fazer com apostas esportivas online e como equilibrar direitos trabalhistas em um mercado em transformação.
- O debate foi ao ar ao vivo e permanece disponível na íntegra, ampliando o alcance das posições defendidas para além do estúdio e do horário de transmissão.
No último dia de setembro, quatro candidatos ao Senado por São Paulo encontraram-se diante das câmeras da EPTV para debater os dilemas que moldam o futuro do estado mais populoso do Brasil. Entre reforma política e apostas online, segurança e direitos trabalhistas, o debate revelou não apenas propostas, mas a geometria de forças que disputarão um dos assentos mais cobiçados do Congresso em 2026. A ausência de dois convidados lembrou, como sempre, que a arena eleitoral tem muitos palcos e que nem todos escolhem o mesmo.
Na noite de 30 de setembro, a EPTV reuniu em estúdio quatro dos seis candidatos ao Senado por São Paulo convidados para o debate eleitoral de 2026: Geraldo Rufino (Podemos), Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Soninha Francine (Cidadania). O encontro foi organizado em blocos temáticos que percorreram reforma política, segurança pública, direitos trabalhistas, a expansão de data centers e a regulamentação das apostas esportivas online — temas que concentram boa parte das preocupações do eleitorado paulista.
André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP) foram convidados, mas não apareceram. Os dois alegaram compromissos de campanha inadiáveis e, em nota, expressaram respeito pela emissora, pela produção e pelos eleitores. A ausência, porém, deixou dois lugares vazios que o debate precisou contornar.
Transmitido ao vivo e disponível na íntegra após a exibição, o debate marcou mais um momento de uma corrida eleitoral que se intensifica à medida que 2026 se aproxima, com os candidatos buscando espaço para apresentar propostas e conquistar a confiança de um eleitorado que elegerá um dos senadores mais influentes do país.
Na quarta-feira, 30 de setembro, a EPTV, afiliada da TV Globo em São Paulo, reuniu candidatos ao Senado para um debate que tocou em temas que definem a campanha eleitoral de 2026 no estado. Quatro dos seis candidatos convidados compareceram ao estúdio: Geraldo Rufino, do Podemos; Marina Silva, da Rede; Simone Tebet, do PSB; e Soninha Francine, do Cidadania. O encontro foi estruturado em blocos temáticos que abordaram reforma política, segurança pública, direitos trabalhistas, a expansão de data centers e a regulamentação das apostas esportivas online.
Dois candidatos não estiveram presentes. André do Prado, pelo PL, e Guilherme Derrite, pelo PP, foram convidados mas não compareceram. Ambos justificaram a ausência com compromissos de campanha que não puderam ser adiados. Em comunicado, os dois reforçaram seu respeito pela emissora, pela equipe responsável pela produção do debate, pelos demais candidatos e, principalmente, pelos eleitores paulistas.
O debate foi transmitido ao vivo e está disponível na íntegra para quem quiser acompanhar as posições de cada candidato sobre os temas discutidos. A campanha para o Senado em São Paulo segue em ritmo acelerado, com os candidatos buscando visibilidade e oportunidade de apresentar suas propostas ao eleitorado antes do pleito de 2026.
Citações Notáveis
Reforçaram o respeito pela EPTV, pelos profissionais responsáveis pela realização do debate, pelos demais candidatos e, sobretudo, pelos eleitores paulistas— André do Prado e Guilherme Derrite, em comunicado sobre suas ausências