Entre o solstício de verão e meados de setembro, três praias da Nazaré permaneceram sob o olhar atento dos nadadores salvadores, que intervieram 130 vezes sem registar uma única morte. É o retrato de uma época balnear em que a presença humana organizada fez a diferença entre o perigo e a segurança — um equilíbrio frágil, mas desta vez mantido.