No Brasil, a chegada de um concorrente nacional ao mercado das semaglutidas inaugura uma nova fase na disputa pelo acesso a tratamentos para diabetes e obesidade. A EMS, ao reduzir o preço do Ozivy em 23% menos de dois meses após seu lançamento, não apenas desafia o domínio do Ozempic, mas levanta uma questão mais profunda: em que ponto a competição comercial se converte, de fato, em democratização da saúde? A resposta, por ora, permanece suspensa entre o preço da caneta e o custo invisível de uma consulta médica.