Numa sexta-feira que revelou a profundidade de um impasse, os funcionários da Caixa Econômica Federal disseram não pela segunda vez consecutiva a uma proposta do banco — desta vez com 68% dos votos contrários. O ponto de ruptura não é apenas salarial: é a disputa sobre quem arca com o custo da saúde, uma questão que toca na dignidade do trabalho. Com a greve nacional sem prazo para terminar e a ameaça de um dissídio coletivo pairando sobre a negociação, ambos os lados chegam a um momento em que cada próximo passo terá consequências duradouras.
Empregados da Caixa rejeitam proposta final; greve continua por tempo indeterminado
Greve nacional afeta funcionários da Caixa e pode impactar serviços bancários ao público.