Emma Bonino, que dedicou décadas a transformar o impensável em lei — do aborto legalizado na Itália às políticas de direitos humanos na Europa —, faleceu aos 78 anos, deixando um vazio que é também uma herança. Ela pertencia àquela rara linhagem de políticos que não apenas ocupam o poder, mas o usam para redesenhar os limites do que uma sociedade considera possível. Seu funeral está marcado para 15 de setembro, mas o debate que ela recusou a deixar morrer continua vivo.
Emma Bonino, ícone do feminismo italiano, morre aos 78 anos
Falecimento de figura política importante que dedicou sua vida à defesa dos direitos das mulheres e liberdades civis.